24/09/2009
Diz-me com quem andas...
Postado por PCM às 07:03 0 comentários
Marcadores: Internacional, Que país é este?
Zé Lulaya na casa da mãe joana
Postado por PCM às 06:16 0 comentários
Marcadores: Internacional, Ridendo castigat mores
23/09/2009
A DEMOCRACIA CONTRA O POPULISMO ABSOLUTISTA
Quer entender o affaire Honduras? Então, leia:
A tentativa levada a efeito por Hugo Chávez, Lula e Daniel Ortega de reinstalar, à força, Manuel Zelaya no poder, em Honduras, obedece a uma espécie de diretriz das esquerdas latino-americanas: evidenciar que os Poderes Legislativo e Judiciário nada podem contra um “presidente eleito pelo povo”, pouco importa o que ele faça e como se comporte. As urnas confeririam ao eleito uma autoridade que estaria acima da própria Constituição. Assim se deram as “mudanças” na Venezuela, na Bolívia e no Equador. O primeiro país já é uma ditadura; os dois outros estão a caminho, seguidos de perto por Nicarágua. Não pensem que Lula é estranho a este sentimento. É que, no Brasil, as coisas têm de ser feitas de outro modo. O fato é que estamos, no continente, diante de uma óbvia hipertrofia do Poder Executivo, que passa a reivindicar o poder absoluto ancorado na “legitimidade popular”. A fórmula, assim, fica simples: “Zelaya foi eleito? Então tem de governar”, pouco importa se de acordo com a Constituição ou contra ela.
Por isso a conspirata de agora contra o governo hondurenho. A verdade cristalina, evidente, comprovada pelos fatos, é que Honduras, apesar de todas as dificuldades enfrentadas pelo estúpido isolamento a que vem sendo submetida depois da deposição constitucional de Manuel Zelaya, estava vivendo relativamente em paz. E o advérbio fica por conta das naturais dificuldades que enfrenta um país nessas condições. Justiça, Congresso, imprensa, Igreja, sindicatos… Cada instituição ou ente da República vivia na plenitude de seus direitos. Era assim até que Lula irrompesse no cenário.
Não custa lembrar: Zelaya foi deposto PARA QUE A LEI SE CUMPRISSE. Como sabem os leitores deste blog, não preciso de pelo menos 24 horas para opinar sobre alguma coisa; não espero que os leitores primeiro se manifestem para depois dizer o que penso. Outros aproveitam um detalhezinho ou outro para dar cavalo de pau no que vinham afirmando e sustentar, então, o contrário. No dia do que chamam golpe, que golpe nunca foi, escrevi aqui o texto Quem é mesmo o golpista em Honduras? POR ENQUANTO, Forças Armadas garantem Constituição democrática. Fui o primeiro, talvez na imprensa mundial (estou parecendo o Lula, rá, rá, rá), a fazer o óbvio: ler a Constituição hondurenha, que vinha garantindo três décadas de regime democrático no país. Não fiz nenhum favor a ninguém. Era uma obrigação de todo jornalista. Alguns não a cumpriram até hoje.
Ocorre que Hugo Chávez anunciou o que chamou de “golpe”, o Brasil seguiu atrás como cachorro vagabundo atrás do caminhão de gás, e José Miguel Insulza, o asqueroso socialista chileno que preside a OEA, estrilou e anteviu guerra civil… Aí veio o governo de Barack Hussein, que terceirizou para Madame Clinton o “setor América Latina”. E a imprensa mundial, incluindo a brasileira, que chega a estar infiltrada pela assessoria de imprensa de Celso Amorim, saiu, bovinamente, a protestar contra o “golpe”.
Que golpe? A Constituição evidencia que Zelaya caiu para preservar as instituições. Ele estava fazendo um plebiscito declarado ilegal pela Justiça e rejeitado pelo Congresso. Deu ordens ao Exército que contrariavam a Constituição. Foi deposto pela Justiça. Mas um erro grave foi cometido: foi retirado do país. Conta-me uma fonte ligada ao governo hondurenho que os representantes da Justiça e do Congresso que negociaram com Zelaya caíram num truque infantil. A decisão inicial, com base na Constituição e nas leis, era prendê-lo e processá-lo. Ele teria pedido para sair. Convenceu os interlocutores que isso evitaria confrontos e eventuais mortes. Cederam a seus apelos. O pijama já fazia parte de sua pantomima. Chávez, o real organizador e financiador do plebiscito, tratou de cada detalhe da saída de Zelaya e, depois, da “resistência”. O governo provisório de Honduras apostou que o madeireiro milionário pensaria nos próprios negócios e na fortuna que tem no país e não criaria problemas. Deu no que deu.
A fonte é muito boa, o que não significa que acredite sem reservas na história. O comandante do Exército já havia dito a Zelaya que não cumpriria uma ordem declarada ilegal pela Justiça. Ele sabia que iria ser deposto. Não queria ser preso. E não foi. Retirá-lo do país, à força ou numa negociação, foi um erro estúpido. Conferiu ares de verdade à mentira evidente de que teria havido um golpe. Sigamos.
Honduras vivia, então, relativamente em paz. Cedo ou tarde, o governo que saísse das urnas acabaria sendo reconhecido. MAS UMA NOVIDADE INSUPORTÁVEL ESTARIA DADA PARA OS BOLIVARIANOS E SEUS AMIGOS: PRESIDENTE QUE RECORRER ÀS ELEIÇÕES PARA AFRONTAR A CONSTITUIÇÃO CAI. E é derrubado democraticamente. O próprio Lula, pesquisem, chegou a comentar: “Se isso vira moda…” Pois é, se isso “vira moda”, o bolivarianismo vai para o vinagre. HONDURAS, COM EFEITO, É UM PÁIS PEQUENO DEMAIS PARA INCOMODAR TANTO. A QUESTÃO É DE PRINCÍPIO PARA OS AUTORITÁRIOS. Eles precisam da soberania absoluta - e absolutista - das urnas para levar adiante o seu projeto de ditadura.
Assim, Lula, Ortega e Chávez se articularam para instaurar em Honduras o caos, a desordem, o clima de guerra civil. E pouco se importaram ou se importam com o destino dos hondurenhos. A sorte do governo provisório - e da população - é que Zelaya tem o apoio de uma minoria que chega a ser ridícula. Por isso, os distúrbios de rua são contidos com relativa facilidade. Chávez estava e está determinado a provocar um banho de sangue no país, como ficou evidente nas duas outras vezes em Zelaya tentou voltar Na semana seguinte ao conflito, esquerdistas da Venezuela e da Nicarágua foram presos no país. Estavam lá com o único fito de participar das manifestações.
O que está em jogo em Honduras é mais do que reinstalar ou não Zelaya no poder. O que está em jogo é saber qual é o limite da dita soberania de um governo eleito pelo povo. Será ele tão poderoso que pode afrontar a própria Constituição que dá legitimidade à escolha democrática? Ora, para um democrata, a resposta óbvia é “Não”. O povo não é soberano para rasgar a Constituição que declara a sua soberania, entenderam? E isso significa que há regras. As da Constituição hondurenha foram violadas por Zelaya.
Trata-se, em suma, de um choque entre a legalidade democrática e, se me permitem, o populismo absolutista. Houvesse um governo nos EUA e não um garoto-propaganda das ONGs, que tem a ambição de governar o país a partir da TV e da Internet, isso já teria ficado claro há tempos. E esses ratos gordos não estariam tão assanhados. O problema é que o gato está cuidando da maquiagem para mais um espetáculo, mais uma entrevista, mais um show midiático.
Postado por PCM às 18:12 0 comentários
Marcadores: Internacional, Que país é este?
05/08/2009
Enquanto a ditadura avança na Venezuela...
- Se acabou, deve ter sido depois que eu saí.

Contrapondo-se à cegueira ideológica do governo Lula, entidades internacionais de defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressão fizeram na terça-feira severas críticas à ofensiva do governo do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e de seus partidários contra a imprensa independente do país. A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), a Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), a Anistia Internacional e até mesmo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (CIDH) questionaram o fechamento de 34 emissoras de rádio, anunciado sexta-feira, e o ataque de partidários de Chávez ao canal de TV Globovisión, ocorrido na segunda-feira.
Postado por PCM às 07:15 0 comentários
Marcadores: Internacional, Política, Que país é este?
23/07/2009
Um ditador visita a Bahia
O ditador Raul Castro visita hoje a Bahia. Será recebido pelo governador Jacques Wagner - PT e visitará um Pelourinho especialmente faxinado para o evento!Postado por PCM às 05:58 0 comentários
Marcadores: Internacional
08/07/2009
O objetivo de Chávez era provocar um massacre e criar mártires
O objetivo, dia 5 passado, era provocar um massacre e criar mártires!

" La agencia AFP captó el momento en que Hugo Chávez coordinaba, desde su oficina, la operación militar que condujo a Manuel Zelaya Rosales a Honduras, en una flagrante violación al espacio aéreo hondureño.
"Sin embargo, más que ver a un ex militar golpista señalando su televisor Panasonic y aplaudiendo la “hazaña” de Zelaya Rosales, que se transmitía en vivo por la cadena Telesur, a los expertos en temas políticos y de seguridad les ha llamado la atención el mensaje escrito en la pizarra de formica y que podría ser una clara manifestación de que el objetivo era provocar una masacre en la manifestación.
Casi a tono con las intenciones que devela el escrito en la pizarra, Zelaya Rosales pedía mediante comunicación satelital y desde el avión, que la gente invadiera la pista y que retirara los obstáculos que las fuerzas militares habían colocado.
La población intentó penetrar, sin embargo, la acción fue reprimida por fuerzas militares y policiales que, según el comisionado de Derechos Humanos, usaban bala salva y goma.
El mensaje textual en la pizarra de Chávez dice: 051345JUL09 Enjambre de abejas africanas, Tribuna Presidencial, heridos por picadas y desesperación de las personas.
Mario Berríos, abogado y analista en temas políticos y de seguridad, asegura que este es un mensaje escrito en idioma militar.
El escrito 051345JUL09, según Berríos, es lo que en doctrina militar se denomina grupo-fecha-hora.
Este mensaje revela el día (05), el mes (julio), el año (2009) y la hora (1:45 de la tarde), que fue precisamente la hora en la que la manifestación estaba replegando a los policías en las inmediaciones de Camosa, siendo insuficientes los anillos de seguridad para retenerlos e impedir su aproximación al aeropuerto Toncontín.
Enjambre de abejas africanas se refiere a la fuerza popular que en algunos países ha sido capaz de darle vuelta a un gobierno.
En el caso del mitin del domingo frente al aeropuerto, Berríos advirtió que en efecto los manifestantes llegaron de todo el país y “por fortuna no fue tan numerosa como para darle vuelta al gobierno y lograr que las Fuerzas Armadas y la Policía fueran avasalladas”.
Tribuna presidencial significa que en el lugar se haría un emplazamiento directo a favor de Zelaya, declarándolo instalado nuevamente en el poder de la nación.
La frase “heridos por picadas”, según Berríos, podría ser lo más preocupante del mensaje y de la operación Chávez, ya que denota que el objetivo era inducir una respuesta violenta de las fuerzas militares y policiales o que entre los mismos manifestantes se provocaran heridos y se disparara a quemarropa con el afán de buscar “nuevos mártires”.
Cabe señalar que un día antes, el cardenal Óscar Rodríguez recordó que no era recomendable el retorno de Zelaya y advirtió que a la fecha, en el país no había ni un tan solo muerto por la crisis política.
Desesperación de las personas, podría significar que la estrategia final era provocar un caos y un estado de ingobernabilidad al surgir muertos y heridos.
Ante esas pretensiones, el gobierno decidió adelantar el toque de queda para las 6:30 de la tarde, obligando así a la población a mantenerse en sus casas.
“Toda la operación Chávez constituyó una agresión militar disfrazada de actividad civil, es obvio que para el desplazamiento a este sector, Zelaya Rosales estuvo bien asesorado, por eso no cabe duda que quien dirigió toda esta actividad militar ha sido Chávez y algunos estrategas militares que tuvieron que haber valorado el factor político, la actividad de las Fuerzas Armadas, el control, el poder, la capacidad, pero también el factor psicológico de la población, la fuerza popular y la capacidad de avasallar a las Fuerzas Armadas”, explicó.
Las investigaciones efectuadas por los cuerpos de investigación apuntan a que personas infiltradas en la manifestación, esto en función de que los militares y policías usaban balas salva o de goma, los casquillos que presentaron los manifestantes no pudieron haber llegado desde la pista y terrenos aledaños hasta la calle.
Además, se investiga la forma en que entró el disparo a la cabeza del joven de 19 años y la probable distancia en la que estaba el tirador.
* La cifra: 1 Persona resultó muerta el domingo 5 de julio de 2009. Se trata de un joven de 19 años de Olancho. Los manifestantes mostraron casquillos pero no explicaron cómo los consiguieron."
Postado por PCM às 07:19 0 comentários
Marcadores: Internacional, Política
30/05/2009
Itamaraty perde de goleada
É um caso raro de 100% de insucesso! Algo nunca visto na história do Itamaraty. Note-se que a política externa foi a única área em que o governo Lula inovou em relação aos antecessores e trabalhou com ideias próprias (leia-se do companheiro Marco Aurélio "Top-Top" Garcia, aspone de Lula para assuntos internacionais).
Não satisfeito, o governo caminha a passos largo para mais uma derrota ao apoiar o anti-semita egipcio Farouk Hosny à diretoria-geral da Unesco, em detrimento das candidaturas de dois brasileiros: o atual diretor adjunto da entidade, Márcio Barbosa, e o senador Cristovam Buarque.
Postado por PCM às 11:04 0 comentários
Marcadores: Internacional, Política
06/11/2008
Ainda sobre as eleições norte-americanas
O primeiro, que diz respeito, na prática, apenas aos americanos - simbologicamente é um avanço para o mundo, mas não a isso que me refiro -, é o fato de Obama ser o primeiro presidente negro da história do país.
Não falo do tal sonho realizado de Martin Luther King (apesar de ser uma afirmação correta, isso me soa a pieguice da mídia), mas do fato de que os EUA são um país ainda com grande segregação racial, que foi oficialmente extinta apenas na segunda metade do século XX, havendo ainda muito preconceito (de ambos os lados)e espaço para esteriotipações caricaturais (algumas auto-realizadas, como as dos "gangsta-rappers") e movimentos abomináveis como a Ku Klux Klan. A segregação tende, ao menos, a ser desencorajada com a eleição de um presidente negro - embora eu acredite que não vá terminar, pois é uma questão culturalmente muito arraigada para os "wasp's"(sigla em inglês para branco anglo-saxão protestante) sobretudo no sul-,assim como a situação das minorias AMERICANAS tende a melhorar (não acredito que o mesmo vá ocorrer aos imigrantes), com mais tolerância às diferenças e justiça ao menos por parte do Estado.
O segundo, este sim, de interesse internacional, é o fim da chamada "era Bush". Realmente a história mostra que os democratas não são necessariamente mais "à esquerda" que os republicanos. Mas, ao que parece, o presidente eleito demonstra ter mais "bom senso" para questões belicosas e internacionais em geral que o antecessor (o que não é difícil). E isso por si só merece um suspiro de alívio por parte de todos nós.
Não alimento a esperança de que ele, como democrata, vá ser mais "à esquerda" do que os republicanos (o senador McCain declarou em campanha que iria facilitar a importação do etanol brasileiro, para suprir a demanda por combustível mais barato e "ecológico"), rompendo a barreira econômica a Cuba, como almeja nosso presidente, mas acredito que, por bom senso, seja menos intervencionista e centralizador politicamente do que o George Bush, e parece estar propenso a rever diversas posições adotadas pelo antecessor. Pesando na balança, acredito que o resultado seja posivo para todos, afinal.
Enfim, merece destaque o discurso de derrota do senador McCain, que demonstrou tato e "fair play" político, inclusive rechaçando as vaias do público ao adversário e prometendo colaboração com o governo, em tom sóbrio e de cabeça erguida. Bom exemplo a ser seguido.
Postado por LFM às 17:12 0 comentários
Marcadores: Eleições Americanas, Internacional
05/11/2008
As Eleições Americanas e o Brasil
O fato encontra explicação muito mais na esfera da psicanálise do que em qualquer outra!
Não sei se por raiva, se por inveja, se por despeito, se por impotência, se por um misto de todas elas, a torcida por Obama levava com ela a esperança de que os norte-americanos, ao elegê-lo, fizessem, de dentro para fora, o que décadas de tentativas da esquerda de todo o mundo não conseguiram: acabar com o dito "modelo americano"!
Doce ilusão!
Nem Obama é essa "cunha infiltrada" no modêlo, nem o americano médio quer mudá-lo. Quando muito, dele quer uma repaginação leve, e uma forma mais eficiente de o vender, com a diminuição da resistência que encontra quando viaja ao exterior!
No mais, continua, e corretamente, preocupado com o próprio emprego, a qualidade de vida que alcançou, o tempo (os americanos têm uma estranha fixação com tudo o que se relaciona às condições climáticas das suas redondezas), e o que acontece numa distância que raramente ultrapassa os limites do seu "county".
Por outro lado, a História também não nos fornece nenhum indício de que um governo democrata seja, em matéria de política internacional, mais à esquerda do que um republicano, para desespero de boa parte da nossa imprensa! Exemplos do contrário abundam: O bloqueio a Cuba foi decretado por um presidente democrata (John F Kennedy, em Fevereiro de 1962) e ampliado por Clinton em 1999 (curiosamente, outro democrata). A détente começou com H. Kissinger no governo Nixon (um republicano), assim como a aproximação sino-americana. Essa política de distensão culminou, em 1986, com o encontro de cúpula de Reykjavik entre Reagan (um republicano) e Gorbatchev, e a assinatura do tratado que pôs fim à "guerra-fria" em Washington, no ano seguinte, assinado por ...Reagan!
Comercialmente, os governos democratas são, por tradição e necessidade (veja nos posts anteriores quem são os financiadores de suas campanhas e vai entender porquê), muito mais restritivos do que os republicanos, impondo barreiras comerciais e fito-sanitárias intransponíveis para os produtos estrangeiros.
Sob o ponto de vista, tão badalado nos dias de hoje, de preocupação com o meio-ambiente, presidentes democratas e republicanos são ...iguaizinhos! Se Bush não assinou um inócuo Protocolo de Kioto, Clinton passou o tempo inteiro de seu governo sem nada fazer, vindo a assinar, poucas semanas antes de saír, uma lei que obrigaria, num longuíssimo prazo, as montadoras a tornarem os seus carros mais econômicos e menos poluentes - muito mais para constar no curriculum do que para ter efeitos práticos-, e...só!
Como se percebe, e parafrasendo os ingleses, não existe nada mais parecido com um republicano do que um democrata no poder!
Quando, em política internacional ou comércio exterior, se trata de ceder eles são iguais em resultados, só mudando a roupagem: Um governo democrata tende a prometer (embora não entregue o prometido) enquanto o republicano nem sequer promete!
Estarão eles errados?
Não. Eles foram eleitos para defender, primeiramente, os interesses do povo americano, e não do russo, chinês, brasileiro ou malaio!
Postado por PCM às 14:03 1 comentários
Marcadores: Eleições Americanas, Internacional
Eleições Americanas : Curiosidades
- É o primeiro democrata a conseguir mais de 50% dos votos da população desde Jimmy Carter;
- É o primeiro democrata nortista a se eleger desde J.F.Kennedy em 1960;
- Obama se elegeu apenas 40 anos após ter sido aprovado o "Voting Rights Act" que garantiu aos negros o direito ao voto em toda a nação americana (até então cada Estado tinha a sua legislação própria);
- É a primeira vez desde o início do governo Clinton que os Democratas controlam a Casa Branca e as duas casas legislativas ao mesmo tempo!
(Este último aspecto, pouco valorizado até agora pela imprensa - focada na histórica vitória de um negro - é o que poderá dar governabilidade a Obama, permitindo-lhe cumprir as principais promessas de campanha e implementar as políticas de saúde,regulamentação da área financeira, e terminar com a guerra no Iraque!)
Postado por PCM às 11:15 0 comentários
Marcadores: Eleições Americanas, Internacional, Política
É a Democracia, estúpido!
Vencida a barreira racial, e com um comparecimento record de eleitores, os norte-americanos deram um sonoro não à administração do segundo mandato de Bush!
Muito mais do que extraordinárias mudanças politico-econômicas internas, me parece que a mais significativa alteração vai ocorrer na forma de o resto do mundo olhar os Estados-Unidos! Agora que um negro, e, ainda por cima, de origem muçulmana foi eleito presidente, continuarão os EUA a ser vistos como a fonte de todos os males do planeta?
Os dois candidatos se comportaram como pessoas dignas, e que disputaram acirrada e democraticamente a preferência dos eleitores. McCain até que estava sobrevivendo ao peso de uma autêntica poita elitoral (Mr.Bush) quando foi atropelado pela crise financeira já em plena reta final da corrida presidencial. Obama passou a a campanha inteira vendendo sonhos e esperança. Que seja, agora, capaz de os entregar!
Postado por PCM às 05:57 0 comentários
Marcadores: Eleições Americanas, Internacional
03/11/2008
Na hora H, vai de Obama ou de McCain?
Podemos até questionar se a forma que eles têm de escolher o presidente - a eleição é indireta, a população vota em representantes por estado e o partido que eleger maior número de representante em determinado estado "leva" todos os votos para o colégio eleitoral. (Aqui um detalhe: os representantes eleitos por um partido nem sonham em votar no candidato adversário!) -, mas que é uma festa é.
Como não existe horário eleitoral gratuito, nem financiamento público de campanha, o grande trabalho é feito por milhares de voluntários em cada cidade, responsáveis por promover eventos para angariar fundos (vale tudo: bingos, rifas, concursos de dança, jantares de apoio, licenciamento de produtos, shows, venda de tortas de maçã, corridas de tartarugas...) e por contatar, pessoalmente ou por telefone, os eleitores num permanente trabalho de convencimento.
Com isto, rostos dos candidatos acabam aparecendo associados a uma enorme e variada gama de produtos.
Talvez a mais curiosa dessas exposições seja a que aconteceu este ano, com Obama e McCain como garotos-propaganda (no caso de McCain, garoto, é uma nítida força de expressão!) da empresa Practice Safe Policy criada por um empreendedor de nome Benjamin Sherman, para vender camisinhas com o nome dos candidatos!
Sem necessidade de experiência? Vá de Obama:

Velho, mas não morto? Vá de McCain:

Interessado? Veja mais aqui Clique AQUI para continuar lendo
Postado por PCM às 09:37 0 comentários
Marcadores: Eleições Americanas, Faits Divers, Internacional
01/11/2008
Evo suspende operações antidrogas dos EUA na Bolívia
Compañero Evo legisla em causa própria!
ou ainda
Apesar da crise, Comandos Vermelhos, Verdes, Roxos, da Capital e do Interior garantem abastecimento e projetam aumento dos lucros!
Postado por PCM às 21:03 0 comentários
Marcadores: Internacional
26/09/2008
Crise hipotecária norte-americana
Para vê-la clique aqui
Postado por LFM às 13:55 0 comentários
Marcadores: Internacional
08/09/2008
O efeito Sarah Palin
Entre os eleitores que muito provavelmente comparecerão às urnas, McCain conta com 54% de apoio, contra 44% para Obama.
Na pesquisa anterior McCain estava sete pontos percentuais atrás de Obama!
Com o efeito poita que o péssimo presidente Bush representa para os republicanos, não restam dúvidas que Sarah Palin está fazendo a diferença.
Postado por PCM às 06:25 0 comentários
Marcadores: Internacional
04/09/2008
O contra-ataque de Sarah Palin
Consistente, apresentou-se como uma governadora reformista (ela tem 80% de aprovação em seu estado), apelidou o candidato democrata Barack Obama de elitista, e atribuiu pouca importância à parte da imprensa que a acusa de ter pouca experiência (ela é governadora e Obama, antes de se candidatar ao senado, não tinha sido nada além de diretor de uma ONG. (A este respeito, a melhor definição é a do ex-prefeito de Nova Iorque, Rudolf Giuliani:"Ela tem sozinha mais experiência executiva do que toda a chapa democrata”)
Na política há alguns candidatos que usam a mudança para promover a sua carreira; e há outros, como John McCain, que usam a sua carreira para promover mudança!Sarah Palin
"-She has brains and balls"- como disse um atônito comentarista da TV americana!
Tendo-as ou não, Sarah Polin é uma lufada de ar fresco na campanha americana!
Postado por PCM às 06:36 0 comentários
Marcadores: Internacional
26/08/2008
A equipe de Barack Obama não dorme em serviço
Pois bem, às 12:13, alguém de Illinois (coincidentemente o estado americano pelo qual Mr Obama é senador) já tinha entrado neste blog para saber o que se escrevia a seu respeito.
Mr Obama pode, ou não, se eleger presidente dos Estados Unidos!Mas que está atento, lá isso está! Usa a tecnologia ao seu dispor, e não deixa escapar nem um blog dos confins da América do Sul!
Postado por PCM às 17:24 1 comentários
Marcadores: Internacional, Tecnologia
A Geórgia e o direita volver de Obama
Diversos analistas têm afirmado que se não fosse isso, ou seja, se a política interna fosse o único fator levado em conta na avaliação dos candidatos, Barack Obama já poderia encomendar a faixa de Presidente.
A guerra no Cáucaso trouxe para o primeiro plano a discussão da enorme falta de experiência do candidato Democrata em política externa. Na tentativa de a contrabalançar, mas ao mesmo tempo confessando-a implicitamente, Obama convidou o experiente Senador Joe Biden, presidente da Comissão de Relações Externas do Senado, para compor, como vice-presidente, a sua chapa na corrida à Casa Branca, preterindo Hillary Clinton.
O interessante deste movimento, e que só o futuro dirá se foi acertado, é que Barack Obama conseguiu a indicação do Partido Democrata com um discurso (meio vazio de conteúdo, é certo) de mudança, e o Senador Joe Biden é o mais perfeito símbolo do establishment em Wasshington.
Ao convidar Joe Biden, para compensar a deficiência que lhe é atribuida, Obama frustrou os dezoito milhões de eleitores de Hillary nas primárias, que a queriam ver como candidata à Vice-Presidência (com a qual, na minha opinião,Obama teria maior chance de vitória na disputa com o republicano McCain!)
A este fato acrescentem-se dois outros:
- O Senador Joe Biden é um falastrão incorrigível e, como acontece com quem nem sempre pensa antes de falar, pode-se transformar num criador de embaraços para Obama nesta reta final da campanha presidencial americana!
- Recentes sondagens de opinião pública indicam que 25% dos eleitores de Hillary, frustrados com a escolha do Senador Biden, poderão se bandear para McCain nas eleições de Novembro.
Barack Obama colocou as suas peças no tabuleiro!
Até Novembro talvez tenha mais pesadelos do que sonhos!
Postado por PCM às 06:59 1 comentários
Marcadores: Internacional
09/08/2008
A Guerra na Ossétia do Sul
A Abkházia, na costa do Mar Negro, também teve autonomia dentro da Geórgia durante a época soviética. Por causa de seu clima subtropical, ela era o balneário dos líderes soviéticos e hoje continua sendo popular para turistas russos. Ela tem uma população mista de abkházios, gregos, armênios, russos e georgianos, e uma pequena, mas significativa, minoria muçulmana. Milhares de georgianos étnicos fugiram de suas casas na Abkházia durante a guerra civil no início dos anos 90 e hoje vivem como refugiados em Tbilisi e Moscou.
Postado por PCM às 07:46 1 comentários
Marcadores: Internacional
15/07/2008
Desde Buenos Aires para el mundo II
nesta terça, o caos deve se instalar em Buenos Aires. Os "agros", como se chamam aquí os produtores rurais, planejaram uma manifestação popular nas ruas da cidade, para protestar contra a nova tabela de impostos sobre as exportações agrícolas proposta pelo "matrimônio Kirchner" – as tais retenções móveis, que está para ser votada no Senado argentino por esses dias. E com perspectivas de ser aprovada. (Aquí também vale a lei do meu pirão primeiro. Os políticos locais sendo mais ou menos iguais aos de um certo país nosso conhecido) Vai ter desfile de tratores, discurso de rua, faixas, passeatas, o diabo a quatro.
Por seu lado, o Sr. Nestor – ver "matrimônio Kirchner" mencionado – com chefe supremo dos Justicialistas, que vêm a ser os peronistas, convocou uma contra marcha de apoio ao governo de sua señora, a gentil Cristina que coitada, não dá uma dentro.
De modo que se espera grandes engarrafamentos e alguma pauleira eventual dos hermanos em conflito.
Isto posto, meu sight seeing será mais para o pedestre, o que sem dúvida é melhor para percorrer e conhecer uma cidade cheia de encantos como Buenos Aires. E a experiência de presenciar ao vivo – ou pela televisão, o que dá quase no mesmo, em função do tempo real - estas manifestações de democracia "rompe pelotas" é um divertido privilégio.
Ah! Já ia me esquecendo: está sendo exibida no Museo Nacional de Artes Decorativos (Arte em castellano é masculino, não foi erro de digitação) uma grande exposição de esculturas vindas do Museu Rodin. Constam da mostra 80 esculturas do mesmo e de alguns seus discípulos, incluindo Camilla Claudel e Antoine Bourdelle. Este último contratado pelo governo de Buenos Aires, no início do século XX, por sugestão do próprio Rodin.
Espero poder fazer uma pequena resenha aquí neste blog, depois de visitar a exposição.
¡Hasta pronto!
Postado por SBWD às 00:06 0 comentários
Marcadores: Internacional






