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26/06/2009

Que país estamos construindo?

Enquanto o motorista do Senado (a letra maiúscula é fruto do hábito e da certeza que os homens passam e a instituição democrática fica) que serve de mordomo à Sra Roseane Sarney, Governadora (nomeada) do Maranhão, ganha R$ 12 000,00 por mês, um professor da rede estadual do mesmo estado ganha... R$ 1 500,00 mensais (desde Abril)!!!

Que prioridades são estas?
Que país estamos construindo?

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07/05/2009

Petrópolis - Resultados do Enem 2008

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De mal a pior!

Talvez este devesse ter sido o título deste post. Com efeito, se compararmos os resultados deste ano com os do ano passado (veja aqui), verificamos que eles são piores em todos os níveis.
O ensino médio atual, que precisa de um currículo moderno (os programas vigentes não são nem formativos nem profissionalizantes), faz com que a maioria das escolas não saiba se prepara os alunos para os exames vestibulares ou se oferece um ensino técnico, capacitando-os para o mercado de trabalho.

Como sempre, as escolas particulares exibiram resultados superiores aos das escolas públicas. Enquanto os alunos da rede privada alcançaram 56,12 pontos, os estudantes da rede pública obtiveram média de 37,27 - uma diferença de 18,85 pontos.

Curioso é que um dos fatores apontados pelos especialistas para o mau desempenho dos estudantes no Enem de 2008 está nas mudanças nas provas. Como várias questões da prova objetiva tiveram enunciados muito extensos, "o teste teria sido mais difícil do que o de 2007, por exigir mais concentração e capacidade de leitura dos alunos" (?).

Contudo, por maior que seja a cautela na comparação entre os resultados das últimas edições do Enem, uma coisa é certa: o ensino médio do País continua ruim. Pior, o ensino médio público do País é uma calamidade e, mais grave ainda, sem qualquer perspectiva de melhora, a curto prazo.

Estamos cada vez mais longe de nos tornarmos uma nação desenvolvida e mais justa!

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23/11/2008

Os resultados do Enem 2008

Ou, mais um ano perdido na corrida para deixarmos de ser uma Nação subdesenvolvida!

Saíram os primeiros resultados do ENEM de 2008.
A média nacional, numa escala de 0 a 100, foi de 41,69 pontos! (Em 2007 tinha sido de 51,52!)
As escolas privadas tiveram uma nota média de 56,12 pontos, e as públicas de 37,27! (Os resultados por município e por estabelecimento de ensino só serão divulgados no ano que vem).
Isto quer dizer que, de cada 100 questões, os nossos futuros dirigentes acertaram 42!

Surpreendente? Nem tanto!
Se não conseguimos formar professores, como queremos que estes ensinem?
A propósito, vale a pena ler a entrevista da antropóloga Eunice Durham, uma das maiores especialistas em ensino no Brasil, que, entre outras, coisas afirma:
- As faculdades de pedagogia formam professores incapazes de fazer o básico, entrar na sala de aula e ensinar a matéria. Mais grave ainda, muitos desses profissionais revelam limitações elementares: não conseguem escrever sem cometer erros de ortografia simples nem expor conceitos científicos de média complexidade.

- Fiz uma análise detalhada das diretrizes oficiais para os cursos de pedagogia. Ali é possível constatar, com números, o que já se observa na prática. Entre catorze artigos, catorze parágrafos e 38 incisos, apenas dois itens se referem ao trabalho do professor em sala de aula. Esse parece um assunto secundário,menos relevante do que a ideologia atrasada que domina as faculdades de pedagogia.

- Eles (os professores) são corporativistas ao extremo. Podem até estar cientes do baixo nível do ensino no país, mas costumam atribuir o fiasco a fatores externos, como o fato de o governo não lhes prover a formação necessária e de eles ganharem pouco. É um cenário preocupante. Os professores se eximem da culpa pelo mau ensino – e, conseqüentemente, da responsabilidade. Nos sindicatos, todo esse corporativismo se exacerba.
A entrevista completa à Veja está aqui


Por outro lado, desde há muito, que é urgente uma reforma geral do ensino, no Brasil! Quer curricular, quer de métodos e finalidades!
Da forma que está os jovens não estão sendo preparados nem para acessarem as Universidades (os primeiros períodos de qualquer curso universitário são despendidos ensinando o que os alunos deveriam ter aprendido no ensino médio), nem para enfrentarem o mercado de trabalho!

Bom, e por que é que a Reforma do ensino não sai?
Porque a manutenção deste estado de coisas interessa à "elite" política que está no poder. (No caso, nem sequer mais à elite empresarial, já que esta, além de ter dinheiro para custear o estudo dos seus em bons colégios, carece de mão de obra melhor preparada, quanto mais não seja porque economizaria milhões de reais em treinamento).

Enquanto este estado de coisas permanecer, continuará sendo possível a eleição de messias tipo Collor ou Lula, de portentos de honestidade do gênero de Maluf ou Severino Cavalcanti, ou de outras figuras curiosas tipo Clodovis, Enéas, Cacarecos e Jurunas!

E assim, deitados em berço esplêndido, continuaremos sendo o "País do Futuro."... que teima em não chegar!

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22/11/2008

Perguntar não ofende

De uma forma geral, os professores são incompetentes porque ficam "dando aulas" de ideologia esquerdopata em vez de ensinar as matérias, ou a tônica ideológica dos cursos se deve à ignorância dos professores sobre as matérias?

Volto ao assunto, com calma, amanhã!

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31/10/2008

Educação: Estamos cada vez pior

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2007) mostram que a população da região sudeste atingiu, pela primeira vez, a média de oito anos de estudo, a mínimo exigido pela Constituição brasileira. A média do País ainda está abaixo disso, 7,3 anos, puxada para baixo pelo Nordeste, cuja população ainda tem, em média, apenas seis anos de estudo.
Se comparados com os, no mínimo, 12 anos dos países desenvolvidos, percebemos o quanto ainda temos que melhorar neste quesito básico para o desenvolvimento da nação brasileira. Deveria ser o maior esforço nacional, mas não é o que se vê. Muito lembrada em épocas pré-eleitorais, como a que atravessamos, logo é jogada lá para o final da lista de prioridades.

A riqueza de uma Nação, e a independência do seu povo, passa obrigatoriamente por um alto nível de instrução.

A passagem da situação de sub-desenvolvimento para o estágio de país desenvolvido só se dará com muito esforço em educação. Como à elite dominante brasileira isso parece não interessar, o gap para os outros países não para de aumentar:

Segundo dados recentes da Unesco-IS, em 1980, um trabalhador no Brasil produzia em valor agregado o equivalente a US$ 15,1 mil por ano para a economia. Em 2005, esse valor caiu para US$ 14,7 mil.

Além disso, distância entre a produtividade no Brasil e nos países desenvolvidos aumentou: em 1980, equivalia a 19% da americana, tida como base para comparações. Em 2005, essa relação havia caído para 5%. Os Estados Unidos continuam liderando o ranking das economias mais produtivas. O valor anual agregado de um trabalhador americano foi de US$ 63,9 mil em 2006, bem à frente do segundo lugar, a Irlanda (US$ 55,9 mil), e do terceiro, Luxemburgo (US$ 55,6 mil).

Segundo dados da OIT, a produtividade do país em 2005 ficou atrás da registrada em vizinhos sul-americanos. Ao lado desses dados, o percentual das pessoas (entre 25 e 64 anos, a chamada faixa produtiva da população) que possuem o ensino médio completo. A terceira coluna mostra os percentuais dos que terminam o curso superior.

Chile — US$ 30,7 mil — 44,4% — 9,5%
Uruguai — US$ 25,4 mil — 32,1% — 9,1%
Argentina — US$ 24,7 mil — 41,8% — 13,7%
Brasil — US$ 14,7 mil — 25,1% — 7,5%

A produtividade por hora trabalhada passou de US$ 9 para 13 na Argentina, comparada aos estagnados US$ 7,50 no Brasil. Por sua vez, a Venezuela supera os dois, com produtividade por empregado de US$ 26 mil (sempre em dolar constante) em 2005. Mas o país sofreu uma queda enorme, pois esse valor era de US$ 32 mil em 1980.

O resultado reflete a subutilização da mão-de-obra no Brasil por fraca formação que implica em fraca renda. Muita gente trabalha longas horas, mas de maneira ineficiente por falta de instrução ou conhecimento dos procedimentos adequados.

Até quando!

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08/08/2008

Metade dos candidatos não têm ensino médio

Tabulação feita pelo site Contas Abertas dos dados do TSE revela que 45% dos candidatos às eleições municipais deste ano não têm ensino médio. No país, quase 170 mil pré-candidatos se encontram nesta situação. Destes, 46% não concluíram o ensino médio; 53,4% não terminaram o ensino fundamental e outros 292 são analfabetos!

Não sei muito bem que País estamos construíndo com candidatos deste nível, mas esta situação não deixa de ser o espelho de uma Nação cuja elite nunca deu a devida importância à Educação ao longo dos séculos, e cuja população não sabe exigi-la, até hoje, de seus governantes!

Se juntarmos a estes os candidatos com ficha suja da lista apurada pelos TRE's (e cuja filtragem deveria ter sido feita pelos partidos) chegamos a uma triste realidade sobre a qualidade dos representantes que disputam o nosso voto, e que acabarão com o leme deste país nas mãos!

O Perfil

A maior parte dos candidatos têm entre 45 e 59 anos. Para prefeito, 50% dos pleiteantes estão dentro desta margem de idade. Já os possíveis futuros vice-prefeitos representam 44% desse perfil. Por sua vez, os pré-candidatos a vereadores são 39% entre 45 a 59 anos. Os candidatos registrados com idade superior a 79 anos para os três cargos juntos chega a 432, sendo 340 apenas para vereador.

Sobre a atividade ocupacional, os candidatos estão nos mais variados ramos profissionais: 2.915 mil vigilantes, 468 veterinários, 19.097 mil vereadores, 8384 mil trabalhadores rurais, 159 telefonistas, 839 músicos, 4.082 mil motoristas particulares, 562 motoboys, 4.073 mil médicos, 350 empregados domésticos e 6.874 mil advogados, além de várias outras profissões.

No que se refere ao gênero, 79% dos candidatos são homens e apenas 21% são mulheres, número que corresponde, respectivamente, a 299,1 mil e 80,2 mil. No Sul, a diferença é mais acentuada, 20% dos pleitos as eleições são representados por mulheres. Em nenhuma região o número de mulheres concorrentes aos cargos ultrapassou a margem dos 22%. No país são 1.588 mil mulheres concorrendo às prefeituras, 2.371 mil pleiteando as vice-prefeituras e 76.258 candidatas a vereadoras. Do lado dos homens são 13.743 mil pré-candidatos às prefeituras, 13.145 aspirantes as vice-prefeituras e 272.272 que disputam o cargo de vereador.

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27/07/2008

Em busca de uma cultura democrática

Irretocável o artigo abaixo de Siro Darlan e Rubens Casara, publicado pelo JB (em azul).
Neste país visceralmente sebastianista, - todo o mundo sempre à espera de um messias que venha salvá-lo, consertá-lo, resolver os seus problemas (pessoais ou nacionais), - a cultura democrática ainda engatinha!
Por falta de investimento em educação ao longo dos séculos, a população não se dá conta de que são as quotidianas afirmações inter-pessoais, a compreensão de que os entes do Estado existem para servi-la, e a constante afirmação de seus direitos individuais (e a exigência de que sejam cumpridos) que constroem um Democracia sólida! Essa falta tem transformado este projeto brasileiro de Democracia numa luta desigual entre o Indivíduo e um Estado cada vez mais autoritário, cada vez mais à vontade para determinar o que é, ou deixa de ser, bom para cada um dos seus cidadãos, cada vez mais imoral na apropriação dos suados, e crescentes, impostos pagos pela população para benefício único e exclusivo desta nova casta, desta nomenklatura tupiniquim em que se constituíram os "companheiros", dando em troca autênticos "espelhinhos de índio" embalados numa propaganda que transforma o nazista Goebbels num perfeito amador!
Pode-se dizer que todas as últimas notícias veiculadas na mídia que envolveram agentes públicos retratam a falta de cultura democrática. O brasileiro, de todas as classes, acostumou-se com o arbítrio, fomentado em sucessivos regimes de exceção, e, não raro, confunde autoritarismo com autoridade.

Críticas às recentes decisões de órgãos da cúpula do Judiciário, nas questões relativas tanto à excepcionalidade das prisões no curso de investigações quanto à desnecessidade da utilização de algemas em situações em que não há risco a bens jurídicos protegidos, revelam o desconhecimento da dimensão de tratamento do princípio da presunção de inocência: todos devem ser tratados como inocentes até que a condenação se torne definitiva. Negar a Constituição, ainda que com subterfúgios não é uma postura democrática. No Estado de direito, os fins não justificam os meios contrários ao projeto constitucional.

Também é a desconsideração do princípio constitucional da presunção de inocência que levou a Associação dos Magistrados do Brasil e a maioria das presidências dos tribunais regionais eleitorais divulgarem a relação de candidatos que respondem a processos criminais. Afora o evidente caráter populista da medida, bem como a adesão acrítica ao mito de que os promotores que denunciam (e para a denúncia basta a existência de meros indícios de autoria) e juízes que condenam não erram (ou agem de má-fé), a divulgação dessas listas é uma clara violação à Constituição. O equívoco da medida salta aos olhos ao se lembrar que basta que um juiz, por antipatia a um determinado candidato ou mesmo por perseguição político-ideológica, receba uma denúncia para que a imagem do candidato sofra dano irreparável.

Inúmeras prisões desnecessárias prestigiadas por promotores, juízes, procuradores, desembargadores e ministros dos tribunais superiores também servem para reforçar a percepção de que a Constituição e os direitos são óbices transponíveis pelo desejo punitivo. Por outro lado, o caráter seletivo das punições e a crença infantil de que é possível solucionar os graves problemas sociais (desigualdade, racismo, homofobia, violência contra a mulher e contra a criança etc) transformando-os em casos de polícia são ingredientes que, cultivados pelos operadores jurídicos, afastam a justiça criminal dos ideais democráticos.

Na quadra histórica de descomprometimento com a democracia, a fala de um oficial da polícia militar que afirma integrar um "inseticida social" soa naturalizada, e sequer leva o autor da pérola à perda do cargo. Diante desse clima, no qual pessoas que ao serem mortas por agentes do Estado (em um país que formalmente não admite a pena de morte) são etiquetados de criminosos ou, quando a estratégia de desqualificação da vida se mostra inviável, apontados como danos colaterais ("infelicidades") do controle social, não causa surpresa que a "política do confronto", que recebe os aplausos de governantes, tenha como principal característica o "atira primeiro, para perguntar depois". Impossível que oficiais militares, secretários e o mandatário do povo fluminense desconheçam que a vida é o valor supremo e que respeito aos direitos são condições da democracia.

As mortes e a violência estatal que eram estimuladas em ações no Complexo do Alemão, na Coréia e em outros locais afastados dos holofotes da burguesia, chegaram à classe média. Para recuperar um carro furtado, dois são mortos. Na tentativa de cumprir um mandado de prisão, outros três tombam. A perseguição a um veículo suspeito acarreta a morte de uma criança. Da mesma maneira que, em dado momento histórico, versões e argumentos de Goebbels conquistaram a simpatia da população alemã, os ideólogos da política de segurança fluminense geram a crença – interiorizada pelos policiais e pela população – de que os agentes estatais estão autorizados a atirar em quem identificam como criminosos. Esses ideólogos procuram qualificar o resultado da irracionalidade da violência policial como erros individuais, como ações desassociadas da opção oficial pelo confronto, paradigma da guerra. Mentem. E a mentira, instrumento de desinformação, é antidemocrática.

Outro exemplo da falta de democracia é a tentativa de órgãos públicos de criminalizar movimentos sociais. A recente divulgação de documento da lavra de conhecido membro do Ministério Público gaúcho, na qual se traçava um plano que levaria à extinção do MST é o perfeito retrato dessa distorção autoritária. Confunde-se a sociedade organizada com baderna, taxa-se o povo em movimento (o "povo em armas", na feliz expressão de Maquiavel) como criminoso. A falta de hábito democrático levou à cegueira institucional. O fim da passividade do brasileiro, ainda, assusta do Oiapoque ao Chuí.

O modelo autoritário é engenhoso: a prática reforça o autoritarismo em um espiral de violência. A falta de uma cultura democrática faz com que grupos paramilitares (milícias) e ocupações repressivas nas comunidades carentes gozem de apoio popular, mais pela soma de desinformação com o sentimento de carência em relação às ações do Estado, do que pelos resultados concretos que alcançam na segurança. O paradoxo é evidente: com o pretexto de combater a ilegalidade, ilegalidades são cometidas; em nome do Estado de direito, vive-se em estado de exceção, no qual direitos fundamentais são afastados.

Urge uma ruptura democrática. O caminho é dado pela Constituição. Se a falta de cultura democrática permite danos à sociedade, cumpre incorporá-la. A opção pela democracia tem ônus e implica compromissos sociais, mas é o único caminho para se concretizar o projeto constitucional. Agir com olhos voltados à concretização do projeto de vida digna para todos é um primeiro passo. Democracia é participação popular, supõe a possibilidade de eleger os representantes da população e ser eleito, mas não se esgota nesse aspecto formal. Democracia é um processo que exige informação e, sobretudo, exige o respeito aos direitos fundamentais. Não há democracia sem o resgate da legalidade. Democracia não faz mágica, mas pode dificultar mortes, violações injustificáveis, desrespeitos à infância e outros fenômenos. Que nasça, 20 anos após a Constituição, a cultura democracia.

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30/06/2008

Aposta na nova geração, já que esta ...

Muito interessante a iniciativa do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crimes (UNODC) e da Controladoria-Geral da União (CGU) de ensinar ao público infantil o respeito, a ética e o controle social através do projeto Criança Cidadã – Portalzinho da CGU, um espaço para a instrução em assuntos de interesse social, com foco principal nos gastos públicos.

Educar brincando esses assuntos é a missão do Portalzinho, onde existem jogos, vídeos, quadrinhos e links educativos apontando, entre outros, os direitos e os deveres do cidadão. Além disso, o site apresenta um glossário com o significado de várias palavras como corrupção, administração pública e democracia. Por meio de uma linguagem simples e didática, pretende-se mostrar às crianças a importância de zelar pelo bem público, estimular o hábito de controlar e cobrar da administração pública o destino do dinheiro da população.

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Há ainda um espaço reservado aos professores, com dicas para falar sobre os temas em sala de aula, já que a escola, formadora de consciências, é o espaço ideal para o estímulo à cidadania.

Aplaudo todas as iniciativas que, como esta, apostam na formação dos verdadeiros cidadãos. Com os constantes péssimos exemplos dados pelos atuais homens-públicos deste nosso país, campeão da impunidade de mensaleiros, sanguessugas, aloprados, nepotistas, e outros corruptos de igual natureza, todos estes programas serão poucos!

Resta-nos torcer pela próxima geração, já que esta...

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